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	<title>Comentários em: A democratização do homem de letras: a questão das oficinas literárias</title>
	<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/09/29/a-democratizacao-do-homem-de-letras-a-questao-das-oficinas-literarias/</link>
	<description>Literariedades de quem tem o texto como ofício</description>
	<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 13:55:05 +0000</pubDate>
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		<title>por: sleejensefuby</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/09/29/a-democratizacao-do-homem-de-letras-a-questao-das-oficinas-literarias/#comment-219</link>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:27:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/09/29/a-democratizacao-do-homem-de-letras-a-questao-das-oficinas-literarias/#comment-219</guid>
					<description>I like this place very much.

This is such a extraordinary website.
And it is not like other money orientating website, the info here is super important.

I am definitely bookmarking it as well as sharing it with my friends.

:)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I like this place very much.</p>
<p>This is such a extraordinary website.<br />
And it is not like other money orientating website, the info here is super important.</p>
<p>I am definitely bookmarking it as well as sharing it with my friends.</p>
<p>:)
</p>
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	<item>
		<title>por: Brontops</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/09/29/a-democratizacao-do-homem-de-letras-a-questao-das-oficinas-literarias/#comment-95</link>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:43:17 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/09/29/a-democratizacao-do-homem-de-letras-a-questao-das-oficinas-literarias/#comment-95</guid>
					<description>Oi

Achei interessante sua observação:

"Fazer um curso de pintura não faz obrigatoriamente de ninguém um artista. Saber alguns acordes no violão também não garante que alguém seja músico. Mas isso não nos impede de apreciar a arte e até nos permitir apreendê-la e exercê-la para nossa ludicidade e humanização."

Pois é. Talvez tocar violão na praia para os amigos (Legião ou Raul) seja o equivalente na música ao significado de escrever e colocar suas ideias em blogues (crônicas ou diários) pela Internet.

Ao contrário do que disse o amigo anterior, acho que a técnica ajuda sempre. Eu sei que existem aqueles pássaros para os quais uma gaiola atrofiará sempre as asas e o voo. Mas há aquelas aves que a gaiola só ensina como ser livre. (A imagem é cafona e "zoologicamente" incorreta, mas acho que serve)

Liberdade não é libertinagem, nem "faça-o-que-quiser-salve-se-quem-puder". Sempre existem limites. Não é porque o cara é artista q o kra vai phalar que this is korrected.

O mínimo que uma oficina faz ao apresentar o texto para outros (pretensos) escritores é fazer o cara ter consciência do seu texto, se enxergar... Como no teatro, o cara precisa ter noção do próprio corpo, do gestual que está empregando. Muitas vezes, o cara escreve e não tem certeza se está passando a emoção ou a mensagem correta. Não é como a música: é difícil de perceber se estamos desafinando... Ao menos, o é para mim. Precisamos do bom ouvido do outro. Ou do bom leitor.

Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi</p>
<p>Achei interessante sua observação:</p>
<p>&#8220;Fazer um curso de pintura não faz obrigatoriamente de ninguém um artista. Saber alguns acordes no violão também não garante que alguém seja músico. Mas isso não nos impede de apreciar a arte e até nos permitir apreendê-la e exercê-la para nossa ludicidade e humanização.&#8221;</p>
<p>Pois é. Talvez tocar violão na praia para os amigos (Legião ou Raul) seja o equivalente na música ao significado de escrever e colocar suas ideias em blogues (crônicas ou diários) pela Internet.</p>
<p>Ao contrário do que disse o amigo anterior, acho que a técnica ajuda sempre. Eu sei que existem aqueles pássaros para os quais uma gaiola atrofiará sempre as asas e o voo. Mas há aquelas aves que a gaiola só ensina como ser livre. (A imagem é cafona e &#8220;zoologicamente&#8221; incorreta, mas acho que serve)</p>
<p>Liberdade não é libertinagem, nem &#8220;faça-o-que-quiser-salve-se-quem-puder&#8221;. Sempre existem limites. Não é porque o cara é artista q o kra vai phalar que this is korrected.</p>
<p>O mínimo que uma oficina faz ao apresentar o texto para outros (pretensos) escritores é fazer o cara ter consciência do seu texto, se enxergar&#8230; Como no teatro, o cara precisa ter noção do próprio corpo, do gestual que está empregando. Muitas vezes, o cara escreve e não tem certeza se está passando a emoção ou a mensagem correta. Não é como a música: é difícil de perceber se estamos desafinando&#8230; Ao menos, o é para mim. Precisamos do bom ouvido do outro. Ou do bom leitor.</p>
<p>Abs
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>por: André HP</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/09/29/a-democratizacao-do-homem-de-letras-a-questao-das-oficinas-literarias/#comment-94</link>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:57:15 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/09/29/a-democratizacao-do-homem-de-letras-a-questao-das-oficinas-literarias/#comment-94</guid>
					<description>Não sei se todos os escritores gostariam de ser profissionais. Conheço muita gente que publica livros para os amigos, e etc. Nesse caso, uma oficina é supérflua.

Discordo que arte seja inerente à técnica. Alguns estilos artísticos são peculiares ao ponto da inexistência ou flexibilidade absurda da metodologia técnica. 

Já não basta o jornalismo para ater na linguagem objetiva e tecnicista. 

Sem restrições ou angulações.

Arte pela arte.

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se todos os escritores gostariam de ser profissionais. Conheço muita gente que publica livros para os amigos, e etc. Nesse caso, uma oficina é supérflua.</p>
<p>Discordo que arte seja inerente à técnica. Alguns estilos artísticos são peculiares ao ponto da inexistência ou flexibilidade absurda da metodologia técnica. </p>
<p>Já não basta o jornalismo para ater na linguagem objetiva e tecnicista. </p>
<p>Sem restrições ou angulações.</p>
<p>Arte pela arte.</p>
<p>Abraço!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: A democratiza&#231;&#227;o do homem de letras: a quest&#227;o das oficinas liter&#225;rias &#124; Alessandrolândia</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/09/29/a-democratizacao-do-homem-de-letras-a-questao-das-oficinas-literarias/#comment-90</link>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 22:37:28 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/09/29/a-democratizacao-do-homem-de-letras-a-questao-das-oficinas-literarias/#comment-90</guid>
					<description>[...] A democratiza&#231;&#227;o do homem de letras: a quest&#227;o das oficinas liter&#225;rias &#8211; Fazer um curso de pintura n&#227;o faz obrigatoriamente de ningu&#233;m um artista. Saber alguns acordes no viol&#227;o tamb&#233;m n&#227;o garante que algu&#233;m seja m&#250;sico. Mas isso n&#227;o nos impede de apreciar a arte e at&#233; nos permitir apreend&#234;-la e exerc&#234;-la para nossa ludicidade e humaniza&#231;&#227;o [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] A democratiza&ccedil;&atilde;o do homem de letras: a quest&atilde;o das oficinas liter&aacute;rias &#8211; Fazer um curso de pintura n&atilde;o faz obrigatoriamente de ningu&eacute;m um artista. Saber alguns acordes no viol&atilde;o tamb&eacute;m n&atilde;o garante que algu&eacute;m seja m&uacute;sico. Mas isso n&atilde;o nos impede de apreciar a arte e at&eacute; nos permitir apreend&ecirc;-la e exerc&ecirc;-la para nossa ludicidade e humaniza&ccedil;&atilde;o [&#8230;]
</p>
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