<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/2.0.10" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Comentários em: Entre o colunismo literário e a crítica</title>
	<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/</link>
	<description>Literariedades de quem tem o texto como ofício</description>
	<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 21:08:19 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.0.10</generator>

	<item>
		<title>por: Erica</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-202</link>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 15:18:23 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-202</guid>
					<description>Philip Roth, em "O autor do lado Sombrio" (suplemento Eu&#38; do jornal Valor Econômico, sexta, 30-31/out.), fala que existem escritores e "entertainers", frisando que os últimos não são escritores. Ele diz que raramente os melhores escritores são muito lidos. Ele diz ainda que há poucos romancistas populares aclamados também pela academia, como Charles Dickens. 

Os escritores já consagrados, como Philip, têm essa liberdade: de criticar seus pares. Poucos são os críticos literários que se aventuram a verdadeiramente criticar, apontar falhas, classificar o texto como comercial/apelativo/entretenimento. O crítico, para ser realmente crítico, não pode ter amarras com o mercado editorial e com as editoras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Philip Roth, em &#8220;O autor do lado Sombrio&#8221; (suplemento Eu&amp; do jornal Valor Econômico, sexta, 30-31/out.), fala que existem escritores e &#8220;entertainers&#8221;, frisando que os últimos não são escritores. Ele diz que raramente os melhores escritores são muito lidos. Ele diz ainda que há poucos romancistas populares aclamados também pela academia, como Charles Dickens. </p>
<p>Os escritores já consagrados, como Philip, têm essa liberdade: de criticar seus pares. Poucos são os críticos literários que se aventuram a verdadeiramente criticar, apontar falhas, classificar o texto como comercial/apelativo/entretenimento. O crítico, para ser realmente crítico, não pode ter amarras com o mercado editorial e com as editoras.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Érica</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-200</link>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:22:30 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-200</guid>
					<description>É, Daniel. Acho que você colocou um ponto importante: "poucos têm segurança"... Se um profissional não tem segurança sobre o que pensar e criticar em uma obra literária, como se diz crítico literário? 
Abraço, Daniel!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, Daniel. Acho que você colocou um ponto importante: &#8220;poucos têm segurança&#8221;&#8230; Se um profissional não tem segurança sobre o que pensar e criticar em uma obra literária, como se diz crítico literário?<br />
Abraço, Daniel!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Daniel Ricardo Barbosa</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-199</link>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:35:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-199</guid>
					<description>Talvez seja mais cômodo para o jornalista reproduzir na íntegra o release da editora. A própria mídia o torna "um grande crítico" sem que ele precise se arriscar numa crítica genuína ligada ao contemporâneo.
E poucos têm a segurança de contarem com o talento de Flora Süssekind... logo ficamos legados a jornalistas que se passam por críticos a reproduzirem releases.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez seja mais cômodo para o jornalista reproduzir na íntegra o release da editora. A própria mídia o torna &#8220;um grande crítico&#8221; sem que ele precise se arriscar numa crítica genuína ligada ao contemporâneo.<br />
E poucos têm a segurança de contarem com o talento de Flora Süssekind&#8230; logo ficamos legados a jornalistas que se passam por críticos a reproduzirem releases.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Pedro</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-198</link>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 18:43:14 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-198</guid>
					<description>Schopenhauer, em seu Parerga e Paralipomena, em 1851, já falava sobre isso.

E pior ainda é quando, por pura preguiça, jornalistas utilizam releases (qse sem alterações) enviados pelas editoras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Schopenhauer, em seu Parerga e Paralipomena, em 1851, já falava sobre isso.</p>
<p>E pior ainda é quando, por pura preguiça, jornalistas utilizam releases (qse sem alterações) enviados pelas editoras.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: admin</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-197</link>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 17:05:25 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-197</guid>
					<description>No twitter, @miguelbconde indica a leitura de Flora Süssekind, crítica literária: http://bit.ly/4lYAg . Miguel Conde pergunta: "No Literatura e vida literária (1985) a senhora fala dessa dificuldade do contato com o contemporâneo. Assumir esse risco é fundamental para o crítico?", e vale a pena seguir o link para ver a resposta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No twitter, @miguelbconde indica a leitura de Flora Süssekind, crítica literária: <a href="http://bit.ly/4lYAg" rel="nofollow">http://bit.ly/4lYAg</a> . Miguel Conde pergunta: &#8220;No Literatura e vida literária (1985) a senhora fala dessa dificuldade do contato com o contemporâneo. Assumir esse risco é fundamental para o crítico?&#8221;, e vale a pena seguir o link para ver a resposta.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Daniel Ricardo Barbosa</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-196</link>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 22:13:48 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-196</guid>
					<description>Bravo!
O diálogo sobre o tema do post foi aberto com maestria... e com certeza procurarei me inteirar sobre o livro de Tânia Pellegrini.
Há algo, porém, que gostaria de levantar.
Neste mundo onde atualmente se cultua o virtual... parafraseando o post: de tão reduzido número de leitores... a crítica literária genuína não teria igualmente ou ainda menos leitores?
Confesso que isto me ocorreu subitamente e ainda não pensei devidamente no assunto, mas... quis compartilhar tal dúvida com os leitores deste blog que tanto prezo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bravo!<br />
O diálogo sobre o tema do post foi aberto com maestria&#8230; e com certeza procurarei me inteirar sobre o livro de Tânia Pellegrini.<br />
Há algo, porém, que gostaria de levantar.<br />
Neste mundo onde atualmente se cultua o virtual&#8230; parafraseando o post: de tão reduzido número de leitores&#8230; a crítica literária genuína não teria igualmente ou ainda menos leitores?<br />
Confesso que isto me ocorreu subitamente e ainda não pensei devidamente no assunto, mas&#8230; quis compartilhar tal dúvida com os leitores deste blog que tanto prezo!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Erica</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-195</link>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 17:48:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2009/10/31/entre-o-colunismo-literario-e-a-critica/#comment-195</guid>
					<description>Adorei o artigo e a imagem! Muito legal!
Sobre a crítica, precisamos de mais críticos literários realmente. O que vemos pelos jornais é um bando de resenhistas. Posso abrir uma exceção: o Jornal Rascunho, é o melhor veículo de resenhas e críticas literárias.
Sobre o crescimento editorial: os editores brasileiros não podem deixar que se faça aqui o mesmo que se faz nos EUA: publicar tudo o que cair nas mãos para deixar que o mercado filtre... O editor há que ser intelectual ou se unir a intelectuais, para que nunca desaprenda a avaliar textos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei o artigo e a imagem! Muito legal!<br />
Sobre a crítica, precisamos de mais críticos literários realmente. O que vemos pelos jornais é um bando de resenhistas. Posso abrir uma exceção: o Jornal Rascunho, é o melhor veículo de resenhas e críticas literárias.<br />
Sobre o crescimento editorial: os editores brasileiros não podem deixar que se faça aqui o mesmo que se faz nos EUA: publicar tudo o que cair nas mãos para deixar que o mercado filtre&#8230; O editor há que ser intelectual ou se unir a intelectuais, para que nunca desaprenda a avaliar textos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
</rss>
