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	<title>Comentários em: Entrevista com Bruna Coletti</title>
	<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/</link>
	<description>Literariedades de quem tem o texto como ofício</description>
	<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:56:27 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>por: Acton</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-368</link>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 16:26:23 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-368</guid>
					<description>Oi, Admin, 
a ideia não é polemizar, mas contribuir. E aprender também. Realmente solidão e abandono não são sinônimos, mas se uma dessas palavras fosse cortada não prejudicaria o sentido; além de que já estão muito desgastada pelo uso. Teria outra palavra, outra maneira de falar sobre solidão e abandono sem usar esses termos? Taí o desafio do escritor. Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Admin,<br />
a ideia não é polemizar, mas contribuir. E aprender também. Realmente solidão e abandono não são sinônimos, mas se uma dessas palavras fosse cortada não prejudicaria o sentido; além de que já estão muito desgastada pelo uso. Teria outra palavra, outra maneira de falar sobre solidão e abandono sem usar esses termos? Taí o desafio do escritor. Abraços.
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>por: admin</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-367</link>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:15:54 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-367</guid>
					<description>Outra dica: já escutei de vários escritores: o mecanismo para saber se seu texto funciona (evitar eco, palavras rebuscadas, diálogos forçados, períodos muito longos ou curtos, pausas inexplicáveis, melodrama etc.) é ler em voz alta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Outra dica: já escutei de vários escritores: o mecanismo para saber se seu texto funciona (evitar eco, palavras rebuscadas, diálogos forçados, períodos muito longos ou curtos, pausas inexplicáveis, melodrama etc.) é ler em voz alta.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: admin</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-366</link>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:13:19 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-366</guid>
					<description>Oi, Acton,
Agradecemos o comentário. A escritora vai poder apreciar muitas sugestões, e isso é ótimo!
Somente uma opinião, solidão e abandono não são sinônimos, não. Aliás, quanto à questão de escolha vocabular, o escritor tem mesmo de ficar atento ao sentido próprio e/ou metafórico que deseja usar. Um dicionário de etimologia pode ser bem útil.
abraço a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Acton,<br />
Agradecemos o comentário. A escritora vai poder apreciar muitas sugestões, e isso é ótimo!<br />
Somente uma opinião, solidão e abandono não são sinônimos, não. Aliás, quanto à questão de escolha vocabular, o escritor tem mesmo de ficar atento ao sentido próprio e/ou metafórico que deseja usar. Um dicionário de etimologia pode ser bem útil.<br />
abraço a todos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Acton</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-365</link>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:42:23 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-365</guid>
					<description>Em conto, a meu ver, tem que começar bem (três primeiras linhas), é aí que o leitor vai decidir se vai em frente ou não; e acabar bem (última linha) é quando o leitor avalia se valeu a pena. O conto em questão não começa bem: "Talvez tivessem sido a solidão e o abandono..." olha o excesso de "s"; solidão e abandono são sinônimos, repetição desnecessária. E o final, a charada foi decifrada lá no meio do conto. Causaria maior impacto se todos pensassem, inclusive o leitor, que fosse ela a culpada de tudo, mas não fosse, ou ficar a dúvida. Nesse caso, haveria várias leituras para decifrar o enigma, o que tornaria o conto ainda mais interessante. É isso. Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em conto, a meu ver, tem que começar bem (três primeiras linhas), é aí que o leitor vai decidir se vai em frente ou não; e acabar bem (última linha) é quando o leitor avalia se valeu a pena. O conto em questão não começa bem: &#8220;Talvez tivessem sido a solidão e o abandono&#8230;&#8221; olha o excesso de &#8220;s&#8221;; solidão e abandono são sinônimos, repetição desnecessária. E o final, a charada foi decifrada lá no meio do conto. Causaria maior impacto se todos pensassem, inclusive o leitor, que fosse ela a culpada de tudo, mas não fosse, ou ficar a dúvida. Nesse caso, haveria várias leituras para decifrar o enigma, o que tornaria o conto ainda mais interessante. É isso. Abraços
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>por: André HP</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-358</link>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 17:26:40 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-358</guid>
					<description>admin, acredito que podemos fazer grandes coisas com lugares comuns. E há duas formas de se fazer isso:
- usar os clichês com um bom enredo (vide Woody Allen);
- usar clichês com uma boa fórmula (vide crepúsculo);
- usar clichês com uma boa expressão (vide o conto da garota, aí em cima, que, por mais óbvio, foi bem escrito e criativo - a ideia do pano casou bem com tudo).

Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>admin, acredito que podemos fazer grandes coisas com lugares comuns. E há duas formas de se fazer isso:<br />
- usar os clichês com um bom enredo (vide Woody Allen);<br />
- usar clichês com uma boa fórmula (vide crepúsculo);<br />
- usar clichês com uma boa expressão (vide o conto da garota, aí em cima, que, por mais óbvio, foi bem escrito e criativo - a ideia do pano casou bem com tudo).</p>
<p>Abraço.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Kruspe</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-355</link>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 17:19:55 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-355</guid>
					<description>Primeiramente gostaria de parabenizar para a minha amiga, de muitos anos, Bruna Coletti. Esse conto o "Café da manha no inferno", foi o primeiro conto da Bruna que eu li e logo após lê-lo percebi que ela tinha um poder com as palavras. é muito gratificante para mim ver que hoje ela esta sendo reconhecida cada vez mais. Bom, a principio era isso que eu queria deixar no momento. Abraços a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiramente gostaria de parabenizar para a minha amiga, de muitos anos, Bruna Coletti. Esse conto o &#8220;Café da manha no inferno&#8221;, foi o primeiro conto da Bruna que eu li e logo após lê-lo percebi que ela tinha um poder com as palavras. é muito gratificante para mim ver que hoje ela esta sendo reconhecida cada vez mais. Bom, a principio era isso que eu queria deixar no momento. Abraços a todos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: admin</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-353</link>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:17:07 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-353</guid>
					<description>Ringu, a meu ver, explora com maestria o horror. Muito de sua densidade vêm da simbologia e mitologia da literatura japonesa. O horror pelo inexplicável, inevitável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ringu, a meu ver, explora com maestria o horror. Muito de sua densidade vêm da simbologia e mitologia da literatura japonesa. O horror pelo inexplicável, inevitável.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Lekkerding</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-352</link>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:00:56 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-352</guid>
					<description>Acredito que transformar o lugar comum é muito mais assustador que variar o clichê.  Ou o desconhecido. Ou os dois. Um evento inconcebível, inexplicável e aleatório que pode ocorrer com qualquer um, em qualquer lugar. Sem motivo, sem critério, sem nada. Saindo da escrita e indo pra filmes brevemente, acho que o grande sucesso de Ringu estava nisso, e não no sobrenatural em si. Coisas terríveis que acontecem sem razão aparente, sem critério de escolha. E da mesma forma que estão aqui, podem estar ali, acolá... Em qualquer lugar.
E você pode ser o próximo. Do que você tem medo? Vamos descobrir. Pra mim, explorar isso seria sublime, mas são poucos hoje em dia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que transformar o lugar comum é muito mais assustador que variar o clichê.  Ou o desconhecido. Ou os dois. Um evento inconcebível, inexplicável e aleatório que pode ocorrer com qualquer um, em qualquer lugar. Sem motivo, sem critério, sem nada. Saindo da escrita e indo pra filmes brevemente, acho que o grande sucesso de Ringu estava nisso, e não no sobrenatural em si. Coisas terríveis que acontecem sem razão aparente, sem critério de escolha. E da mesma forma que estão aqui, podem estar ali, acolá&#8230; Em qualquer lugar.<br />
E você pode ser o próximo. Do que você tem medo? Vamos descobrir. Pra mim, explorar isso seria sublime, mas são poucos hoje em dia.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: admin</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-351</link>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 18:51:18 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-351</guid>
					<description>Oi, Lekkerding,
Que bom que passou por aqui! Agradecemos!
O uso da "criança" em contos/filmes/livros de terror é, sim, um clichê. A diferença fica realmente no desenvolvimento. Até hoje me arrepio com as descrições de The Shinning . 
Nosso concurso foi concebido justamente para propiciar esse debate entre os escritores e a discussão sobre o que pode ou não funcionar na ficção e, especificamente, no curto espaço do conto.
Vamos, então, debater. O que funciona na ficção de terror horror? Há ainda espaço para os clichês (vampiros, crianças etc.)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Lekkerding,<br />
Que bom que passou por aqui! Agradecemos!<br />
O uso da &#8220;criança&#8221; em contos/filmes/livros de terror é, sim, um clichê. A diferença fica realmente no desenvolvimento. Até hoje me arrepio com as descrições de The Shinning .<br />
Nosso concurso foi concebido justamente para propiciar esse debate entre os escritores e a discussão sobre o que pode ou não funcionar na ficção e, especificamente, no curto espaço do conto.<br />
Vamos, então, debater. O que funciona na ficção de terror horror? Há ainda espaço para os clichês (vampiros, crianças etc.)?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Lekkerding</title>
		<link>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-348</link>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 02:03:10 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.oficioeditorial.com.br/2010/02/03/entrevista-com-bruna-coletti/#comment-348</guid>
					<description>Particularmente não gostei do conto. Achei óbvio - criança malvada tá na moda, né.
Mas gostei dela falando do processo de escrita.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Particularmente não gostei do conto. Achei óbvio - criança malvada tá na moda, né.<br />
Mas gostei dela falando do processo de escrita.
</p>
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